Aventuras na Nova Zelândia (Parte 2 - final)

Guilherme Renso

Agora é a hora de continuar aquela conversa que começamos recentemente sobre as aventuras na Nova Zelândia. Nesta prosa, focaremos todas as energias em Queenstown Hill, instalada na Ilha Sul daquele país e conhecida como a capital mundial dos esportes radicais. O que vem por aí? Trilha, Bungy Jump, um restaurante com uma vista daquelas que, de tão linda, mas tão linda, dá até pena de ir embora e muito mais. Bora começar?

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Falando em começo e raiz, em novembro de 1988 foi realizado o primeiro bungee jumping no mundo, lá em Queenstown. O salto ocorreu mais precisamente na ponte que corta o rio Kawarau e que está localizada a aproximadamente 20 quilômetros desse centro de aventura. Do primeiro ao último “Woohooo” são 43 metros de altura e a aventureiro pode decidir entre fazer o salto caindo para trás, para frente, mergulhando acompanhado de outra pessoa e até, aos mais experientes, pra não dizer com um parafuso a menos, fazendo piruetas no ar.

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Pra ficar mais fácil de você se programar, o custo é de aproximadamente NZ$ 180, o que equivale R$ 345,00 e, além do salto, o turista ganha uma camiseta. “Mas eu quero trazer na bagagem de volta o vídeo e as fotos do meu pulo”. Ok, eu entendo. Então você precisará desembolsar mais NZ$ 45, o que dá aproximadamente R$ 85,00 por cada uma das mídias.

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Lembra-se da trilha que mencionamos no primeiro parágrafo? Por lá há várias opções. No entanto, uma das mais tradicionais é a Queenstown Hill Time Walk. Ela mede cerca de 500 metros e o percurso inteiro, com ida e volta, pode ser feito em três horas. O nível de dificuldade não é dos mais fáceis, por isso, é bom ter certo preparo físico para entrar nessa empreitada, que começa na Belfast Street. A recompensa, dizem aqueles que já foram, é vista ao final do percurso em 360º que vale o esforço.

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A terceira dica vai fazer aqueles que moram no interior desse Brasil voltar no tempo dos carrinhos de rolimã. Esse é mais ou menos a proposta do Skyline Queenstown Luge, uma pista que tem 800 metros de extensão, morro abaixo, e começa no ápice do Bob’s Peak. Para subir até lá, pegue uma gôndola, que não é a do supermercado e nem a de Veneza e sim, aquilo que conhecemos como bondinho. Há três opções de pistas, com diferentes níveis de dificuldade. Entre elas, uma com dois quilômetros de extensão, o que a torna a mais longa daquela modalidade no mundo. Mais informações podem ser obtidas aqui.

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Depois de todas essas aventuras, pode até bater uma fome. Nesse caso a dica é o panorâmico no Stratosfare Restaurant and Bar, o restaurante da Gôndola. Quem já foi, elogiou muito a experiência no jantar, apesar de que as quatro opções de pratos no almoço também não deixam a desejar. Na saída, é só pegar o caminho de volta ao ponto de partida do Bondinho.